“Hospital Municipal de Maricá me salvou”, diz secretária de Saúde

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Lesirré Figueiredo foi só elogio aos profissionais de saúde da unidade

Após um atendimento de urgência, em que precisou ficar internada por quatro dias no Hospital Municipal Conde Modesto Leal devido a uma gastroenterite em último grau, a secretária de Saúde de Maricá, Lesirré Figueiredo, foi só elogio aos profissionais de saúde da unidade: "Os socorristas que atuam no hospital são excelentes!"

“Feinho como é, tem condições, sim, de salvar uma pessoa como me salvou. Não existe esse negócio de ‘hospital da morte’. Além disso, a verdade é que, mesmo para quem tem plano de saúde, o helicóptero milionário só chega mesmo depois que a pessoa passa por lá para receber o primeiro atendimento”, comenta.

Lessirré diz, no entanto, que seria hipócrita se dissesse que o hospital não precisa melhorar em nada. Mas, entusiasmada com o atendimento que recebeu, confessa não ter focado sua atenção em buscar defeitos.

“Mas posso garantir, depois de ficar internada, que a unidade está capacitada a fazer atendimento de emergência, sim”, frisa.

Indagada sobre o que poderia ser feito para mudar a imagem de “hospital da morte” que o Modesto Leal carrega, Lesirré é categórica: “geralmente, quem diz isso é quem nunca foi atendido lá. Quem for, jamais saírá do hospital falando isso, porque isso não existe”.

Concorda com a secretária o jornalista Gabriel Maia, de 30 anos, morador de Inoã, que também precisou ficar internado quatro dias no hospital por conta de uma bactéria que infeccionou espinha interna no rosto.

“Eu cheguei lá num domingo de manhã e, após avaliação do clínico geral, em uma hora já estava internado. Eu gostei muito. Fui muito bem atendido. O material humano do Modesto Leal é muito bom”, garante.   

Gabriel chama a atenção, porém, para a falta de material básico como esparadrapo. “Teve um dia em que o acesso do medicamento precisou ser preso com fita crepe. Foi só um dia, mas não deveria faltar nunca. No mais, não tenho do que reclamar”, conclui.