Monobloco levanta plateia na praça de Maricá

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O Monobloco não deixou ninguém parado

Quem foi à praça Orlando de Barros Pimentel, no centro de Maricá, na noite de sábado (07/4) curtiu um Sábado de Aleluia diferente, com muita animação e boa música. Os shows da banda carioca Monobloco e da cantora maricaense Jô Borges botaram para dançar e cantar as mais de 15 mil pessoas que lotaram o espaço. O público de todas as idades curtiu a programação preparada pela prefeitura de Maricá.

Após o aquecimento com o DJ Ácqua – que também é local – Jô Borges abriu os trabalhos no palco pouco depois das 21h30 e levantou o público com um repertório dançante que incluía MPB, reggae e soul brasileiro. A cantora deixou sua marca quando levou o hit  “Não Chore Mais”, ("Woman no Cry", de Bob Marley, na versão de Gilberto Gil), no meio da plateia que estava no chamado ‘gargarejo’, e esbanjou simpatia dançando e tirando fotos com os fãs. Na saída, falou da energia que recebeu de quem foi à praça.

“É muito bom sentir esse calor humano aqui na minha cidade, que sempre tem um público animado e acolhedor. O que fiz aqui é necessário para mim, se eu não fizer é como se não houvesse show, tenho que sentir a energia da galera”, ressaltou Jô, ao lembrar da parte em que cantou fora do palco.

Depois de fazer seu ‘esquenta’, a maricaense permaneceu na praça e reforçou a plateia da atração principal da noite. Os mais de vinte integrantes do Monobloco já entraram fazendo muito barulho, pulando ao som de sua ênfase percussiva que mistura samba, rock, forró, MPB e sambas-enredo históricos. Em poucos minutos, o público de Maricá já estava incendiado.

O repertório e a animação da banda fazia parecer que o carnaval não tinha terminado na cidade. Mesmo quem estava atrás do palco, nas escadarias do anfiteatro, também recebeu atenção dos músicos, que fazem questão de manter uma forte interação com o público. O show teve duração de duas horas e só terminou depois do segundo bis. Para a banda, valeu muito.  “Foi um show marcante para Monobloco, com muita participação do público e uma vibração especial. Estamos prontos pra voltar a Maricá, quando formos convidados”, afirmou Celso Alvim, um dos fundadores do grupo. Os sorrisos nos rostos não deixavam mentir: quem esteve lá jamais vai esquecer esta noite.