Ministério do Esporte visita projeto de tiro com arco com alunos de escolas de Maricá

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Encantada com o desempenho do aluno Lucas, de 13 anos, a representante do Ministério fotografou o menino durante o treinamento.

Estudantes da rede municipal estão sendo treinados no CBTARCO, em Itapeba

Os alunos da rede municipal de ensino de Maricá que treinam na sede da Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTARCO), em Itapeba, receberam nesta terça-feira (26/2) a visita de uma representante do Ministério do Esporte. A assistente técnica Maria das Graças Spirandeli Rodrigues esteve na cidade para avaliar o andamento do projeto de implantação do núcleo de esporte de base do Tiro com Arco, parceria entre o governo federal e a prefeitura cujo objetivo é revelar novos talentos da modalidade entre os estudantes da rede municipal de ensino.

Antes de chegar ao centro de treinamento, Maria das Graças passou por algumas escolas que participam do projeto para verificar como o trabalho está sendo desenvolvido. O secretário municipal de Esportes, Leonardo Souza, recebeu a representante do Ministério.

“Gostei muito do que vi na escola Darcy Ribeiro (em Inoã), onde toda a preparação é feita dentro do padrão estabelecido. No geral, notei que há um esforço coletivo dos profissionais e professores, além de haver ainda crianças que são diferenciadas, de muito talento e já envolvidas com o esporte. Nossa avaliação é muito positiva”, afirmou ela, que assistiu a uma pequena competição entre os alunos.

Um dos talentos que impressionou a assistente técnica foi o menino Lucas de Oliveira Silva, de apenas 13 anos, que chamou a atenção pela técnica apurada, apesar da pouca idade. Maria das Graças fez questão de fotografar o garoto em ação e observar seus resultados.

Aluno do CAIC Elomir Silva, em São José de Imbassaí (bairro onde mora), Lucas conta que começou a treinar na própria escola quando foi selecionado pela equipe do projeto para se aprimorar na CBTARCO. “Cheguei a quase 500 pontos nas primeiras competições e acho que gostaram. Agora quero chegar cada vez mais longe e, quem sabe, nos jogos olímpicos”, sonha ele.

“Percebi que ele tinha postura para o esporte e, mesmo estando abaixo até do tamanho mínimo indicado, resolvemos apostar e trazê-lo assim mesmo. Ele está fora do perfil, mas demonstra muita habilidade”, garante a treinadora Dirma Miranda, ao lado da mãe do menino, Eliane de Oliveira Silva. “Ele sempre teve queda para o esporte e sempre se destacou em tudo o que fez”, se orgulha a dona de casa.

Clique aqui e entenda melhor como funciona o projeto