Defesa Civil faz simulado de prevenção de desastres em escolas municipais nesta sexta

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Um dos pólos de estudo será na EM Carlos Magno Legentil de Matos, no Centro - Foto: Fernando Silva

No Dia Estadual de Redução de Desastres, que acontece nesta sexta-feira (29/11), a Defesa Civil de Maricá, em parceria com as secretarias municipais de Educação e de Segurança, fará um treinamento em três escolas da prefeitura para ensinar professores e alunos a enfrentarem situações de risco, como incêndio e enchente, e desocuparem prédios públicos com rapidez e segurança. Equipes da Defesa Civil e da Guarda Municipal comandam as atividades, que serão simultâneas, a partir às 10h, nas escolas municipais Joana Benedicta Rangel e Carlos Magno Legentil de Mattos, no Centro, e Maurício Antunes de Carvalho, no Saco das Flores.

Na última semana, o subsecretário de Defesa Civil, coronel Jorge Braga, se reuniu com professores e diretores destas unidades para explicar as etapas do treinamento. "Vamos ensinar um roteiro seguro numa situação de emergência, onde cada um saberá o que fazer e o caminho certo para evacuar o prédio sem risco. É importante a comunidade escolar criar essa cultura de prevenção de desastres porque as pessoas ficam mais preparadas e reagem melhor em caso de risco real, aumentando a sua segurança e a dos demais”, declarou coronel Braga.

Segundo a Defesa Civil Municipal, o Plano de Emergência para Instituições de Ensino é um exercício de escape e funciona seguindo passos simples onde cada um tem uma função. Primeiro é escolhido um ponto de encontro (local amplo no exterior do prédio para onde as pessoas devem ir em situação de risco) e uma rota de evacuação segura. Em seguida, o professor ou representante de turma deve escrever no quadro a quantidade de pessoas que estão na sala de aula. “Este número deve ser alterado sempre que entrar ou sair alguém”, explica o subsecretário. “O alarme para evacuação do prédio será ligado por alguém da direção da escola”, completa.

Após soar o alarme e com a autorização do professor, os alunos ficarão em pé ao lado das carteiras e um “chefe de fila” (estudante escolhido pela turma que conheça a rota de evacuação) irá guiar os colegas em direção ao ponto de encontro. Eles serão instruídos a sair em fila indiana (um atrás do outro) em silêncio e sem correria. Outro aluno ficará encarregado de abrir e fechar a porta. Antes de sair, o professor irá conferir se todos estão fora da sala e colar na porta o aviso de local desocupado. Ao chegar ao ponto de encontro, os alunos irão se posicionar em círculo na área destinada a sua turma. “Este plano é muito importante porque permite a prática de procedimentos de autoproteção, permitindo que todos se sintam colaboradores e corresponsáveis pela segurança da comunidade escolar”, concluiu o coronel Braga.