Imagem da festa da Subsecretaria de Prevenção à Dependência Química
Confraternização da Subsecretaria de Prevenção à Dependência Quimica

A Subsecretaria de Prevenção à Dependência Química de Maricá realizou nesta quarta-feira (21/12) uma ceia de Natal antecipada com os dependentes químicos atendidos e seus familiares. Participaram do evento ocorrido na sede do órgão na Rua Fúlvio Chebabe Guida, no Centro, cerca de 100 pessoas que recebem atendimento pelo Serviço de Atendimento Psicossocial de Álcool e Drogas (SAPAD) e pelo Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS), vindas de diferentes partes da cidade.

Para o subsecretário Alan Christi Vieira, a grande conquista do setor em 2016 foi a sua nova sede, que permitiu um melhor funcionamento de todos os serviços. “Foi o nosso maior avanço neste ano que termina, porque agora nossos usuários têm um espaço de convivência onde eles se sentem acolhidos. Conseguimos que criassem um vínculo genuíno, além de nossa equipe estabelecer uma rotina de trabalho”, pontuou ele, que voltou a dizer que a meta para o ano novo será a construção do centro de recuperação, previsto para ser erguido no bairro Manu Manuela.

A secretária adjunta de Assistência Social, Laura Vieira da Costa (a cuja pasta a subsecretaria é vinculada), falou do orgulho de ver consolidado o trabalho. “No início era só uma mesa numa sala onde havia outras duas subsecretarias e, hoje, vemos o quão importante ela se tornou para a cidade. Além disso, nos tornamos referência para outros municípios que vêm aqui conhecer nosso trabalho que, além dos dependentes químicos, abrange também suas famílias”, revela Laura, lembrando que o órgão conseguiu também documentação e até moradia para alguns deles.

Entre os familiares das pessoas atendidas estava Norma Lima Moraes, de 67 anos, que mora em Araçatiba e afirmou que só tinha a agradecer à equipe pela atenção dedicada ao filho, que tem 47 anos e está em recuperação do vício em álcool e drogas há cerca de 20 anos. “Ele começou a se tratar aqui há uns seis anos e, desde que começou, este lugar se tornou uma família para mim. De todas as internações dele esta foi, sem dúvida, a melhor. É um lugar em que ele confia e procura sempre que tem alguma dúvida ou problema”, revelou a mãe.

Outro caso é o de Carlos Alberto da Mata, de 58 anos, que foi atendido pelo SEAS durante o tempo em que viveu nas ruas de Itaipuaçu e hoje vive em uma casa no Barroco. “Fiquei quatro meses na rua porque não tinha condições de pagar um aluguel, e foi quando conheci o trabalho desta equipe. Mesmo depois de ter melhorado minha condição, sempre venho aqui como uma forma de agradecer a eles”, ressaltou.

Imagens da confraternização da subsecretaria de prevenção à dependência química
A secretária Laura Vieira e o subsecretário Alan Christi discursam na confraternização da subsecretaria de prevenção à dependência química

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