Quadros com fotos de Maricá no passado estão expostos no Mercado das Artes, no Centro - Foto: Clarildo Menezes

A Praça Orlando de Barros Pimentel e o Mercado das Artes, no Centro, já deram início às atividades de comemoração dos 203 anos de Maricá. Respectivamente, os espaços são palco da exposição de bicicletas antigas ‘Personalidades Maricaenses’ e da exposição fotográfica ‘História de Maricá’.

As mostras, que começaram nesta quarta-feira (24/05), estarão abertas ao público até o domingo (28/05), de 9h às 22h. Nestes dias, o coordenador do Museu Histórico de Maricá, Cesar Brum, fará palestras às 9h e às 15h. O horário das palestras pode variar, de acordo com a demanda do público. “Hoje os maricaenses nativos são cerca de 20% da população, o resto da população veio morar aqui há uns 20 anos. Os maricaenses são minoria, logo, boa parte da população não conhece essa riqueza histórica e cultural”, explicou Cesar.

De acordo com a secretária de Cultura, Andrea Cunha, estas exposições são o resultado de um trabalho que vem sendo desenvolvido há anos por Brum. “O professor, que é responsável pelo nosso museu, descobriu muito sobre a história do município quando estava escrevendo seu livro, ‘Contando a História de Maricá’. Através da pesquisa para essa obra, encontrou o material que hoje está aqui disponível para que todos conheçam nossas riquezas históricas. É um resgate cultural”, afirmou Andrea.

Ao todo, são 31 bicicletas que pertenceram à personalidades da cidade e hoje fazem parte do acervo do colecionador Carlos Alberto de Bittencourt Sampaio. E 90 quadros que trazem fotos que retratam quilombos, decretos, capitanias, fazendas produtoras de derivados de cana de açúcar e muitos outros fatos do passado. “Sou moradora do Rio e tenho casa em Maricá há mais de 15 anos. Esta é a primeira vez que tenho a oportunidade de conhecer a história do município, e estou encantada”, revelou a taxista Guaraci Xavier, de 79 anos.

Apaixonada pelas “magrelas”, a primeira dama Rosana Hora prestigiou o evento. “Amo bicicletas. Acho que elas são o meio de locomoção mais democrático que temos, fazem bem para saúde e para o meio ambiente. Aliar este meio de transporte a nossa história e cultura é muito bonito importante”, contou.

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