Iniciativa utiliza propostas lúdicas e dinâmicas para conscientizar os jovens sobre trânsito seguro - Foto: Katito Carvalho

Na manhã desta terça-feira (05/09), agentes do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) realizaram uma palestra para alunos do 6º ao 9° ano da Escola Municipal João Monteiro (Itaipuaçu). Durante o bate-papo, que contou com a apresentação de vídeos, slides e equipamentos, o sargento Alessandro Freitas e a soldado Nubya abordaram temas como a segurança para condutores e pedestres, as crianças no trânsito, a direção responsável e a combinação fatal entre o uso de álcool, drogas e direção.

A iniciativa faz parte do Programa de Educação para o Trânsito (PROET) do BPRV, que utiliza propostas lúdicas e dinâmicas para conscientizar os jovens. “Essa galerinha ainda não dirige, mas futuramente serão motoristas mais conscientes e cidadãos mais ávidos a fazer o melhor pela comunidade. Além disso, sabendo quais são as normas do trânsito, podem ser ‘fiscais’ de seus responsáveis”, explicou o sargento Freitas.

Visando desenvolver atividades similares com os Guardas Municipais que atuam na Ronda Escolar, a Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Trânsito de Maricá também esteve presente no evento. “Viemos nos especializar com o BPRV, para que nossos agentes também possam realizar este tipo de ação nas escolas. A partir da próxima semana, já teremos agenda para fazer campanha de trânsito”, contou Janaína dos Santos, responsável pela Ronda Escolar.

Para o aluno Ryan Gomes Lopes, de 13 anos, o ponto alto da atividade foi o momento em que foram levados para conhecer a viatura policial. “A viatura foi o mais legal, já conhecia algumas regras que eles nos passaram sobre o trânsito, mas também aprendi muita coisa”, disse Ryan.

De acordo com o professor Emílio Rubem, a palestra foi inserida em um contexto de simpósio, que é realizado duas vezes por ano no colégio. “Fazemos um trabalho de conscientização tremendo. O simpósio desenvolve aspectos sociais nos alunos e além do trânsito, abrange oficinas de teatro, música e costumização. A curiosidade das crianças é muito grande, e muitos deles nunca saíram desta região, então, tudo que é novo se torna muito importante”, finalizou Emílio.

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