Participantes do projeto de Equoterapia irão conhecer o EcoMuseu no Espraiado - Foto: Divulgação

A Prefeitura, através da Secretaria de Cidade Sustentável, está promovendo a semana “Conhecendo o Meio Ambiente” com o objetivo de proporcionar, aos participantes uma vivência maior no contato com a natureza, mostrando os aspectos associados à sustentabilidade, à conservação e preservação do bioma. Nesta semana, os atendidos pela Equoterapia, equipamento administrado pela Secretaria de Assistência Social, visitarão o Ecomuseu Bertha Lutz para conhecerem a exposição da fauna e flora marinha e terrestre do município.

O local conta com diversos aquários que mostram as 16 das 38 espécies de peixes existentes nas lagoas da cidade como tilápia, lambari, traíra, entre outras. Há também uma exposição de fotografias que exibe oito das mais variadas espécies típicas da Mata Atlântica encontradas em Maricá. Segundo a coordenadora da Equoterapia, Fabíola Madeira, esta atividade é uma extensão do tratamento que inclui o trabalho sensorial e de inclusão cultural. Durante a visita, os praticantes são acompanhados pelos fisioterapeutas Alexsandra Torres, Raphael Mattos, Leila Melo e Gesiane Soares e pela fonoaudióloga Edelaine Coutinho.

Os visitantes são orientados pela equipe do Núcleo de Educação Ambiental, representada por Mayara Costa e pela gestora das unidades de conservação, Marcia Freitas. Denise Miranda contou que seu filho Matheus, diagnosticado com autismo, ficou mais calmo e motivado após frequentar a equoterapia e ressaltou a qualidade do atendimento dos profissionais e das atividades que são oferecidas. “Fico feliz da gestão pública proporcionar essa interação, além de levar as crianças para outros ambientes”, disse Denise.

Mario Henrique e Maria Ester Maia fazem questão de incluir seu filho, Pedro Henrique (diagnosticado com quadriparesia), em todas as atividades oferecidas pela Prefeitura. Pedro frequenta o Sarem há 3 anos e a Equoterapia, há 2 anos. “É visível o crescimento no desenvolvimento corporal do Pedro depois dos tratamentos com os profissionais dessas áreas. E essas atividades, fora do ambiente de rotina, são importantes para a socialização. Ele precisa desse contato com outras pessoas, com luzes e barulhos para aguçar os sentidos”, afirmou Mario. Maria da Conceição relatou que sua filha, Talita (diagnosticada com Síndrome de Down), despertou outros interesses após o início do tratamento que inclui treinos com rapel e arte marcial com muay thai.

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