Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara recebe 150 leitos hospitalares de alto padrão

Com previsão de inauguração para os próximos dias, o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, no Km 22,5 da RJ-106, recebeu na manhã desta quarta-feira (08/04) cerca de 150 leitos hospitalares de alto padrão que, segundo a secretária de Saúde Simone Costa, são do mesmo modelo utilizado nos mais modernos hospitais particulares do Brasil. O equipamento é importado e fabricado nos Estados Unidos. O hospital também será um dos dois únicos centros equipados com um tomógrafo de alta complexidade em todo o estado. E será também o único hospital público com tal tecnologia, segundo a Secretaria de Saúde.

O hospital, que possui uma capacidade total de 137 leitos, inicialmente funcionará com 70 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Estrategicamente neste primeiro momento a unidade de Saúde receberá somente pacientes com o Covid-19 encaminhados pelos polos de atendimento do Centro (este já em funcionamento e atendendo 50 pessoas em média por dia), Itaipuaçu e Ponta Negra.

“O hospital está pronto, estão sendo finalizados alguns detalhes operacionais para o recebimento dos seus equipamentos e em breve, além desses 150 leitos, receberemos os respiradores, os monitores, entre outros equipamentos”, afirmou Simone Costa, enquanto observava as equipes da Prefeitura recebendo e instalando os leitos em cada ambiente dentro do hospital. A quantidade de leitos recebidos é maior que a capacidade anunciada do hospital porque é necessário ter uma reserva técnica.

A qualidade dos materiais foi destacada pela secretária. “Esse tipo de leito hospitalar não é um simples leito. Esse é um equipamento totalmente ajustado para as necessidades do paciente e que será utilizado tanto na enfermaria como na UTI, inclusive é bom destacar que temos desse leito também para pacientes obesos”, destacou Simone.

Além da chegada dos novos equipamentos Simone Costa anunciou que até a primeira semana de maio Maricá também deve receber o tomógrafo de alta complexidade, que fará do município uma referência em exames de imagem no estado.

“Normalmente os hospitais possuem Tomógrafos de oito ou 16 canais, mas o nosso tem 64 canais que podem ser convertidos para 128 canais”, explica a secretária. A tradução disso é o fato de este modelo permitir uma capacidade de identificação de imagens menores e com mais nitidez. Se posteriormente precisarmos formalizar uma vontade do município em fazer do hospital municipal uma unidade coronariana”, acrescenta “para fazer cateterismo, cirurgias cardíacas, esse tomógrafo pode fazer a parte cardíaca e pode ser usado para o exame específico do coração, ou seja, teremos em Maricá um tomógrafo que nenhum hospital público do estado possui”, frisou a secretária.

“Tudo está sendo feito de forma muito técnica. Estamos recebendo um hospital e estamos mobiliando esse hospital e isso não significa apenas aquisição de aparelhos, mas sim aquisição do que há de melhor e, em paralelo a tudo isso, estamos capacitando e habilitando nossos profissionais para o uso dos novos equipamentos, pois a partir de agora essa estrutura deixa de ser um simples prédio e começa a tomar cara de um hospital”, continuou Simone Costa. “Quando essa pandemia passar daremos continuidade ao nosso atendimento de alta complexidade na busca da independência da saúde de Maricá, pois foi para isso que esse hospital foi concebido”, concluiu Simone.

 

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